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O Executivo e Sua Tribo

Dave Logan

Descrição

O relacionamento entre as chefias e as tribos pode explicar por que grandes empresários frequentemente fracassam em um novo ambiente ou o que leva líderes 'medianos' a parecerem melhores do que realmente são. Ou, ainda, por que boas estratégias muitas vezes falham na prática. As divisões e companhias comandadas por líderes tribais estabelecem o padrão de desempenho - desde a produtividade e a lucratividade até a retenção do empregado. - Os líderes tribais são ímãs de talento, com pessoas tão ansiosas para trabalhar para eles que aceitariam até uma redução de salário, se necessário.

Condição Seminovo
ISBN 9788576654223
Planeta
 
 

 
 
2000 caracteres restantes

Ismael, boa tarde. Eu me cadastrei aqui no site porque foi onde encontrei esse livro disponível. Gostaria muito mesmo de lê-lo, por favor. Meu whats é (12) 9.9209-8140 Obrigadão Tiago Vendramini

Tiago Vendramini | 18 04 2017 05:48

Olá Tiago, boa tarde! Vi que você mora no interior de SP. Quando estiver na capital, lhe avisarei para enviar para você via correios, tudo bem?

Ismael P. Santos | 18 04 2017 05:51


Melhor livro que li na vida sobre gestão de gente. Os autores relacionam cinco estágios, que vão desde "A vida é uma droga" até "A vida é ótima", sendo que no primeiro se concentram pelo menos 2% dos profissionais americanos e, no último, menos de 2% das culturas tribais do local de trabalho. A gigante de biotecnologia Amgen adiou a publicação do livro por quase cinco anos. É que no início da década de 1990, os autores só conheciam os estágios tribais 1 a 4 e tinham uma quantidade enorme de exemplos de cada um. Acreditavam que a linguagem "nós somos ótimos" do Estágio 4 era o topo da montanha. Mas graças à Amgen, tudo virou de cabeça para baixo, adiando a publicação do livro. Segundo os autores, a descoberta valeu a espera. Ao entrarem na Amgen na década de 1990 e perguntar quem eram seus competidores, eles esperavam que citassem a Genentech (outra empresa de biotecnologia) ou talvez - se as pessoas fossem ambiciosas, a Pfizer. "Estamos competindo com o câncer", foi o que ouviram dos funcionários da Amgen. As mesmas pessoas prosseguiram dizendo: "Talvez [nosso competidor] seja a doença inflamatória, como a artrite. A obesidade. O Parkinson". Os autores ficaram estarrecidos, porque o modelo dos quatro estágios não podia explicar o que estavam ouvindo. O mais profundo ainda foi ouvir: "podemos estar competindo com a morte prematura - a doença humana. Suponho que não estamos realmente visando à fome ou à guerra". Para piorar a situação deles, não viram qualquer evidência de orgulho tribal. Nenhum gosto de vitória, nenhuma bandeira "Somos o Número 1". Neste estágio, não é que os competidores não existam; é que eles não importam. Recentemente escrevi um artigo sobre o livro, depois de ler uma matéria intitulada “Nosso maior concorrente é o dinheiro”. Esta frase célere foi dita por ninguém menos que o presidente da Mastercard. Nas palavras do executivo, ele (o dinheiro), pode ser facilmente roubado, ocupar muito espaço no bolso e até transmitir doenças. Mas, ainda assim, o dinheiro continua sendo, de longe, o meio de pagamento mais usado pelos brasileiros.

Ismael P. Santos | 11 06 2015 12:30
 

O relacionamento entre as chefias e as tribos pode explicar por que grandes empresários frequentemente fracassam em um novo ambiente ou o que leva líderes 'medianos' a parecerem melhores do que realmente são. Ou, ainda, por que boas estratégias muitas vezes falham na prática. As divisões e companhias comandadas por líderes tribais estabelecem o padrão de desempenho - desde a produtividade e a lucratividade até a retenção do empregado. - Os líderes tribais são ímãs de talento, com pessoas tão ansiosas para trabalhar para eles que aceitariam até uma redução de salário, se necessário.

16/05/2016